segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Informativo Missionário
Informativo missionário em vídeo do nosso ministério de missões de 2007 a 2012.
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Deus não precisa das nossas soluções
Eu
como “dependente” de Deus, fico buscando soluções para ajudar Deus a como me ajudar
em minha vida missionário de tempo integral, apresentando a Ele em orações,
quem pode ser meus mantenedores, qual país eu posso ser usado, qual a melhor
forma de Ele me usar... Como sou criança diante de Deus e acho que sou adulto o
bastante para ensinar Deus como agir.
Como é pequena a minha imaginação de
quem é Deus; Comecei a ler artigos sobre astronomia e ver alguns vídeos falando
sobre as estrelas, os planetas, as galáxias e as suas dimensões em tamanho em relação
a terra, eu fiquei impactado com a insignificância que é a nossa grande terra,
o grande planeta que vivo.
A
maior estrela que temos no sistema solar é o sol, que proporciona muito para a
nossa vida e que realmente é extremamente grande em relação a terra; O sol é um
milhão de vezes maior que o planeta terra.
É
extremamente impressionante essa diferença entre as grandezas do sol e da
terra, mas se você for mais a diante e estudar sobre a estrela Sirius e outras
conhecidas, o nosso sol, passa a ser com a terra está agora nessa foto acima
para com Sirius.
Diante
desses fatos, na bíblia esta escrito no livro dos salmos no capitulo 33 que:
Pela palavra do SENHOR foram feitos os
céus, e todo o exército deles (estrelas,planetas,etc) pelo espírito da sua
boca. Salmos 33:6.
Essa
impressionante grandeza do sistema solar que conhecemos por fotos, foi feito
por Deus através de seu sopro, simplesmente pelo sopro de sua boca, como nós
sopramos uma vela nos aniversários, Deus fez surgir nossos imensos planetas
dentro dos milhares de sistemas solares, através de um simples sopro.
Eu
fico impressionado diante dessa grandeza da criação de Deus e envergonhado
diante da minha desconfiança em Deus, da minha falta de confiança cega, em um
Deus poderoso e imenso em tamanho, que eu nem sequer posso imaginar o tamanho,
a dimensão, altura, a profundidade, a largura desse Deus.
Eu
tenho facilidade em confiar na promessa de uma pessoa que é de carne e osso,
que é pecador como eu, que é da minha estatura, que fala a minha língua apenas
pelo fato de saber as suas condições financeiras, mas não sou capaz de confiar
plenamente no Deus criador de tudo isso que conheço como universo, o soprador
de estrelas, o que formou a minúscula terra em que vive os insignificantes
homens com seus insignificantes salários.
Eu
sou apenas um punhado de contradições, de crença vazia, de fé pálida e ainda
assim consigo ver a misericórdia de Deus na minha vida, fazendo impossíveis,
fazendo milagres financeiros, se mostrando para um pecador infiel como eu e não
consigo entender e nem compreender porque Deus amou o mundo (nós homens) de tal
maneira que deu seu único filho para morrer por nós.
O
que seria de mim sem as misericórdias do Senhor em minha vida? Obrigado Deus
por tudo, tu sabes que eu sou um falido, uma causa perdida, nunca conseguirei
te amar como deveria, nunca conseguirei confiar em Ti como deveria, pois nada
sou.
Joberson
Lopes Brazlandia, 24 de dezembro 2012.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Sai da tua Terra...Da tua parentela...
Como deve ter sido difícil para Abraão
essa direção de Deus; pode ter soado como: abandona tua família vai para algum
lugar que eu ainda vou te mostrar...
Se já é difícil mudanças com
destino certo, com emprego certo, com casa alugada, mobiliada imagine como
seria ouvir de Deus, para sair de minha casa, de próximo de meus parentes para
ir para algum lugar que eu não sei onde é e nem quando vou chegar lá.
Viver a vida de incertezas é algo
que nenhum ser humano em sã consciência busca, é o que a grande maioria da
humanidade pensa, mas existe uma parcela dessa humanidade que buscar ouvir Deus
e esses “insanos”, já sabem que podem ouvir coisas de Deus que iram em contramão
ao que a maioria dos humanos tem vivido.
Buscar ter intimidade e
relacionamento com Deus é está disposto a conversar sozinho, a entrar em uma
rua que não estava no script, a falar com estranhos na rua, a receber pessoas estranhas
em casa como hospede, a deixar a sua plantação que está iniciando a dar frutos
e ir para uma nova terra, que você não sabe onde é não conhece o clima, sem
ferramentas e iniciar uma nova plantação, iniciar um novo processo de vida é
está disposto a levar prejuízo.
Abraão não foi obrigado a deixar
sua casa, seus amigos, famílias e ir em direção a uma terra que ele não
conhecia, mas o que motivou ele a fazer essas escolhas, eu acredito que foi a
ansiedade de buscar conhecer mais de Deus, de está mais próximo ao Pai, a
querer ouvir Deus de forma audível, a entender os mistérios de Deus. Ele não
buscou na astrologia, não buscou na teologia ou em qualquer outra “gia” da
época, ele não buscou a facilidade, mas apenas confiou que quem o chamara seria
fiel ate nas horas mais difíceis.
Quando encaramos o trabalho de
Deus como um peso, um fardo isso nos faz reclamar, retroceder, murmurar e ainda
nos faz levar outras pessoas conosco nessa fase de murmuração, e vejo que esse
problema está em não confiarmos em Deus, em não acreditarmos que mesmo na sua
“loucura” Ele é mais sábio que nós.
Entender o amor de Deus pela
humanidade sempre foi algo que me intrigou e ainda continua martelando em minha
cabeça, pois é fácil compreender o amor de alguém por outro que o faz bem, que
o trata bem, que confia nele, mas amar um ser humano que só vive a murmura, que
nada do que têm está bom, que tudo de ruim só acontece com ele e entre outras
coisas mais e mesmo assim ainda amar essa alma, tem que ser coisa de um Pai
muito amoroso.
Vejo que Deus quer nos ensinar
grandes coisas em atitudes pequenas, mas nós queremos fazer grandes coisas em
atitudes pequenas; não queremos dificuldade em nada, mas queremos orar impondo as
mãos e queremos ver o cego enxergar, queremos ver o deficiente ficar curado de
sua deficiência, mas não estamos disposto a nenhum tipo de obediência a Deus,
não estamos dispostos a passar por
nenhum sofrimento, inerente a vida, que já culpamos Deus, já o indagamos se ELE
realmente existe, porque Ele deixou isso ou aquilo acontecer. Ser grande, como
Pai da Fé é para quem tem coragem de enfrentar grandes desafios, é para quem
tem coragem de ser chamado de louco, ser julgado erroneamente, de enfrentar o
desdenho de amigos, de parentes entre outros.
Abraão quando cumpriu a direção
de Deus para sua vida, foi de uma coragem sem limite, pois além de ir para
algum lugar que ele não conhecia, nem quanto tempo demoraria a chegar, ainda
levou consigo muitas pessoas e pessoas dependentes dele, que ele deveria
sustentar, dar de comer, ouvir suas reclamações, enfrentar seus problemas,
ajuda-los a caminhar.
Quem busca ouvir de Deus, está
disposto a ouvir o que não quer ouvir, tem que está disposto a renunciar o que
ama, a abrir mão de sonhos, tem que deixar a insegurança de lado e caminhar,
pois se aproximar de Deus não é requerido de pessoas grandes, importantes, mas
quando nos aproximamos de Deus e fazemos sua vontade, Ele nos faz sermos
pessoas importantes, mesmo não sendo essa a intenção.
Se alguém for perguntando se
almeja algum dom de Deus, como o de cura, o de profecia, ou de línguas ou outro
qualquer, acredito que esse alguém, com certeza vai dizer que quer sim os dons
do Espirito Santo de Deus, mas quando a ele é pedido a renuncia de algumas
coisas em sua vida, esse alguém, retrocede, não caminha, paralisa de medo e
acaba não recebendo o dom que tanto queria, porque não tem coragem para
enfrentar os desafios de Deus para suas vidas, para próprio crescimento.
Ser reconhecido todos quer, mas
andar nos desertos tendo pouco é para poucos. Somos muito previsíveis como
seres humanos, Deus dever está sempre usando a “copiadora” celestial do roteiro
de nossas vidas, pois quase todos seguem a mesma linha de vida, que é estudar,
trabalhar, ganhar dinheiro, junta-lo, não dividir com ninguém, se tornar
ranzinza, fica velho, ter doenças devido ao stress por ter ganhado dinheiro,
ficar internado gastando o dinheiro que ganhou e morrer.
Deus tem algo novo para nós, mas
enquanto não tivermos coragem para largar “osso” velho que estamos roendo e
partir para um algo novo, para um sonho, para uma direção de Deus, nunca conseguiremos
deixar o obvio deixarmos de ser previsíveis, de sermos mera Xerox de uma
humanidade xerocada, pálida e sem cor vivendo em sua pseudo segurança diária.
Joberson Lopes, 07 de dezembro de
2012, Valparaiso-Go.
domingo, 25 de novembro de 2012
Ir ou ficar eis a questão?
O maior desafio da mudança é decidir mudar, pois sair do conforto habitual, da rotina, da segurança para um algo desconhecido é um desafio enorme, mas para piorar essas situação ainda temos que encarar a decepção das pessoas que irão ficar e que não aceitam a nossa decisão de mudar.
Toda mudança é um pouco traumática,
quase nunca conseguimos ser agradáveis a todos, pois são muitas diferenças de gostos,
então certamente iremos desagradar a alguns em nossas mudanças, seja ela de
qualquer ordem.
Eu sempre gostei de mulheres com
cabelos longos, (uma herança assembleana talvez) e quando conheci a minha
esposa, ela tinha cabelos longos, mas depois de algum tempo de casados, ela
resolveu inovar e cortou seu cabelo curto, bem curto e isso para mim foi frustrante.
Eu não me opus a ela, porque é questão de gosto pessoal e tenho que respeitar,
mas achei estranha essa mudança, mas depois conheci uma amiga, Simone Maia, que
usa cabelos curtos, desde que a conheci e sempre achei normal o cabelo curto
dela, então entendi que o meu problema não é o tamanho do cabelo, mas sim a
mudança.
As mudanças sempre serão um pouco
traumática, seja pelo corte do cabelo, seja mudança de casa, mudança de emprego,
mudança de namorado (a), mudança de pastor, mudança de igreja, mudança de função
entre outras coisas mais. Mudanças quase sempre são excelente para quem esta
passando por elas, mas com certeza vai ser recebida de uma forma diferente para
que não esteja mudando ou não está sendo mudado.
Eu entendo que deixar o outro
seguir seu rumo, andar pelos suas vontades é muito difícil, pois temos um apego
ao que amamos ao que conquistamos e por isso quando nos deparamos com uma
mudança, pode nos causar alguns transtornos, mas acredito que isso também faça
parte do processo de mudança.
Lidar com o sentimento de perda é
complicado para a maioria dos seres humanos e no caso das mudanças, nos
sentimos lesados, sentimo-nos que algo nos foi “roubado” e isso gera em algumas
tristezas, decepções, iras, desconforto e muitos outros sentimentos de DERROTA.
Mudanças é uma fase bem legal,
mas às vezes bem complicada, porque vivemos na ansiedade de mudarmos e por isso
vivemos sonhando como será o novo, imaginamos o que faremos no novo lugar, como
serão os novos amigos, os novos vizinhos, quem pode ser o novo namorado (a),
como serei recebido no novo emprego, como ficara o novo look com a nova cor do cabelo entre outras coisas mais. Tudo isso é
muito bom, mas tem um detalhe: ainda não mudamos e por isso, não vivemos nem no
futuro, devido ainda não estarmos lá e nem o presente, pois não temos mais
ânimo para dar continuidade à velha vida, nos empenhar no antigo emprego, etc.
Os cuidados que estou buscando
ter agora nessa etapa da minha vida de mudança é a de “terminar” bem o meu
tempo onde estou, pois irei sempre ser lembrado pelo fim das coisas que fiz e não
pelo começo ou pelo meio do caminho que percorri.
Buscar entender as pessoas que
iram ficar na antiga cidade (no meu caso mudança de casa) e tentar entender os
sentimentos delas é outro desafio que tenho trabalhado em minha mente e por
fim, tentar não viver o futuro, não viver ansioso e acabar não dando atenção ideal
ao presente que estou vivendo, pois começar bem é bom, mas terminar excelente é
melhor ainda.
Joberson Lopes 25 de novembro de
2012.
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Cuidado integral do filho de missionário - um desafio para a igreja.
Hoje eu li uma reportagem da revista Ultimato, intitulado: Cuidado integral do filho de missionário - um desafio para a igreja.
Muitas de nós missionários iniciamos a vida missionária muito jovem e muitos sem casar e conseqüentemente sem ter filhos. Mas na caminhada nos casamos e temos filhos e os mesmo já nascem no campo missionário ou mesmo são criados em alguma cultura e quando começam a falar, mudam pra outro país de língua diferente, de costumes diferentes onde os pais têm um chamado missionário.
Os filhos vão crescendo, mas como alguns pensam, eles não são necessariamente missionários mirins, não tem a obrigação de ter o mesmo chamado dos seus pais e ai é onde inicia os conflitos, pois ele vai a escola e ver que os colegas tem algum conforto, tem videogames de ultima geração, tem brinquedos importados entre outras coisas mais e isso às vezes causa frustração para o filho de missionário, devido a muitas vezes eles viverem uma vida de escassez e de privações e ele sabe que não tem como pedir aos pais, pois já desde cedo entende a falta de dinheiro que vivem.
Eu sei de pais aqui na minha cidade que pagam mensalidades de creches de mais de700 reais por mês pra ter seu filho brincando em um ambiente seguro enquanto seus pais trabalham e ganhem mais dinheiro. Também sei que existem colégios de adolescentes com mensalidade quase mil reais mensais ou ate mais.
Ontem eu conversei com uma família de missionários da Tanzânia, na África, e eu tive que dar uma noticia não muito bom para eles; Seria a interrupção da ajuda financeira que mando para eles mensalmente de 100 dólares, cerca de 220 reais e sei que eles ficaram tristes, pois eles não têm praticamente outra fonte de renda, mas eu e minha esposa também somos missionários e estamos em fase de mudança de país e também agora estaremos sem manutenção periódica garantida, por isso não podemos mais assumir compromisso com eles.
Essa família de missionários tem dois filhos, uma mocinha, chamada Fé, e outro garotinho chamando Joshua, duas bênçãos; Faith ou Fé em português, agora está em idade escolar e eles não tem como enviar ela para a escola porque não tem condições de pagar a mensalidade, transporte e alimentação da Faith (fé).
Eu fiquei impactado como somos ricos e não sabemos o quanto, pois o que pra nós seria uma mensalidade de manter nossos filhos na escola, para essa família mandar a Faith para escola com transporte, mensalidade e alimentação por (1) um ano tem o custo total de R$ 1, 300.00 reais. Uma enorme diferença, algo que para nós seria insignificante, para outros seres humanos, que estão engajados em falar do amor de Deus, que se dispusera a viverem uma vida de renuncia em função do reino e do próximo, esses mil e trezentos reais, representa a educação de um ano de sua filha, a pequena Faith.
Eu gostaria de poder continuar ajudando essa família, mas por enquanto não tenho como ajudar e nem garantir quando retornaremos a ajudá-los, mas estou orando a Deus, para alguém que entenda o que é ter filhos e não podê-los colocar em uma escola, porque não tem o recurso suficiente, possa se disponibilizar em ajudar essa família missionária.
Eu tenho a plena certeza, que Faith tem fé suficiente que Deus vai motivar alguém e de alguma forma, vai chegar o recurso que ela precisa para estudar.
Joberson Lopes 13 de novembro de 2012.
Missionario da igreja Metodista em Aguas Claras-DF
Ofertas para Faith:
Banco Bradesco
Agencia: 2181-4
Conta corrente: 0510477-7
Joberson Lino Lopes
Obs.: Eles usam minha conta porque foi a forma mais facil que encontrei de enviar dinheiro, deixando meu cartao com eles.
sábado, 10 de novembro de 2012
Mudança de Joberson e Ellyda Lopes para EUA
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Olá Amigos e irmãos
Eu e Ellyda Lopes, somos missionários da igreja Metodista em Aguas Claras, ajudando com os trabalhos da igreja e no projeto social BARCA, também uma iniciativa da igreja Metodista de Aguas claras. Nós estamos há quatro anos nessa igreja e Deus tem nos vocacionado para irmos para a Tanzânia, leste Africano, desenvolver um projeto social com as crianças órfãs. Estivemos na Tanzânia em 2011 para reconhecer o lugar e conhecer as pessoas e pensar em como seriamos mais efetivos ao voltar para aquela terra. Nessa ida à Tanzânia, constatamos que precisamos melhorar nosso conhecimento da língua inglesa, pois precisaremos estar fluentes no inglês para aprender o idioma Suaíli, língua falada na Tanzânia. Sabendo disso, fizemos uma viajem ate os EUA para melhorar o inglês e ficamos na Base missionaria da Jocum Texas, por três meses tendo algumas aulas de inglês e servido aquela base como voluntários. Com essa oportunidade de termos ido a Jocum dos EUA, conhecemos pessoas que gostaram de nós e dos nossos serviços (meu serviço de mecânico) e eles nos convidaram a voltar no próximo ano para fazermos uma escola de inglês por três meses, chamadoEnglish as second language- ESL (Inglês como segunda Língua). Teríamos que pagar o valor de 10 mil reais pelo curso de três meses, mas como não teríamos condições de pagar, a Jocum nos concedeu uma bolsa de estudo integral e um bom desconto e com isso termos que pagar R$: 1.800,00 reais mais o material escolar. Eu e Ellyda resolvemos aceitar esse desafio, e estaremos nos mudando para os EUA no mês de Fevereiro, pois a escola começa em Março e pretendemos ficar nos EUA ate o final do ano, pois pretendemos continuar aperfeiçoando nosso inglês após o fim dos três meses de curso. Teremos após os três meses de curso, um custo mensal de (1 mil) Mil reais referente à moradia ,comida e associação a missão Jocum Tyler, para desenvolvermos nosso ministério missionário. Estamos buscando filiação a essa Base da Jocum EUA, para sermos enviados à Tanzânia como missionarios da Jocum EUA. Estamos passando essas informações a vocês, porque confiamos no relacionamento que criamos com você, pedindo que nos ajude nessa continuada vida missionaria; Sozinhos eu e Ellyda não conseguiremos, mas com amigos e irmãos “segurando a corda” em uma ponta, ficará mais fácil “descer o poço” para ajudar outros. Contamos com suas orações por nossas finanças porque nesse tempo que eu trabalhei para a igreja Metodista, tinhamos uma ajuda de custo mensal, mas agora com a nossa saída da igreja, não teremos mais essa ajuda e a Ellyda também não terá mais salario, então estamos mesmo em fé, garantidos apenas pela nossa convicção em Deus pela fé. Não quero que se sinta responsável por nosso chamado e nem constrangido com esse informativo; Temos plena consciência que é de inteira reponsabilidade minha e da Ellyda nosso chamado, mas nos sentimos livres para compartilharmos com vocês as nossas necessidades e planejamentos. Nosso custo total dessa viagem será de 22 mil reais, entre viagem de Brasília a Recife de carro, passagens de Recife ao Texas, estadia por 11 meses, compra de um carro e ajuda na prestação da nossa casa no Brasil. Temos uma amiga que já se disponibilizou em nos ajudar com as passagens de ida e temos uma moto no valor de cinco mil reais que estamos tentando vendar para ajudar. Com isso temos ainda que conseguir a diferença de R$ 14.000,00 mil Reais, sendo que de imediato precisaremos de (8) oito mil reais e os (6) seis mil reais restante precisaremos no decorrer do próximo ano, que será nosso custo mensal nos EUA. Então amigos, nossos desafios são grandes demais para mim e Ellyda, mas para Deus nenhum problema é grande que não se possa resolver e é nEle em quem confiamos. Contamos com sua ajuda em oração e colaboração com aquilo que Deus colocar em seu coração através do amor e respeito que vocês têm pelo nosso ministério de missões. Caso queira nos ajudar, entre em contato por e-mail ou telefone. Obrigado por tudo e que Deus te abençoe |
Joberson e Ellyda Lopes
Missionários 8414-0512 / 8580-4950 |
Banco do Brasil
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terça-feira, 30 de outubro de 2012
O Mesário que ofendeu Lewandowski
“Eu apenas deixei que a má influência dos
jornalistas causasse sobre mim a ação que gerou tal fato.”
Essa é
uma frase de um mesário, em uma carta onde pede desculpas por ter ofendido o
Ministro Ricardo Lewandowski, quando o mesmo estava votando em prefeito no
segundo turno em São Paulo.*
Eu li a
matéria, e entendi o arrependimento e o pedido de desculpas do mesário, mas o
que eu não compreendi, foi o fato de ele não assumir o que estava pensando e o
que fez, colocando culpa nos jornalistas, pois ele disse ter “sido influenciado”
pelos jornalistas a falar o que ele falou.
(ele
perguntou ao Ministro se Ele já teria dado um abraça em Jose Dirceu)
Nessa
historia vejo como sempre temos uma desculpa para nossas ações e condutas,
temos sempre um culpado que não seja nós mesmos, quase nunca temos coragem
suficiente para admitir o que fazemos, pensamos ou dizemos.
Algumas
pessoas que conheço, vive quase sempre uma vida meio original, (pra não dizer
falsa) por que não quer expressar o que pensa, quer sempre fazer media com
todos, está sempre agradando aos outros, mesmo que isso faça com ele não se sinta
confortável.
Outro
dia uma amiga me convidou para jantar em sua casa e me perguntou se eu queria
comer Taco (comida mexicana) e eu disse que qualquer coisa menos isso, porque
eu tinha passado quase três meses comendo taco, então não queria repetir a
dose. Sei que ela entendeu porque eu
recusei o prato proposto, devido a ser minha amiga, apesar de sentir uma
pequena frustração da parte dela por essa minha ação. (talvez ela tivesse muito
a fim de comer taco rsrs)
Muitas
vezes as pessoas estão comendo o que não gostam, estou vivendo como não podem, estão
sendo quem não é para pode agradar a todos.
As
nossas frustrações reclinam muitas vezes em não viver o que somos, em não assumir
as posturas que tomamos, em ter medo de não agradar a todos. Sempre ouvimos na rua um adágio popular que
diz: “Nem Jesus agradou a todos”
Mas no
fundo essa liberdade de dizer isso para o nosso amigo, é apenas pelas costas
dele, quando ele não esta presente, pois não temos coragem de ser quem somos
sem estar com raiva, porque quando estamos em meio a uma briga, falamos ate o
que não devíamos, mas falar sem o coração cheio de magoas é quase impossível.
Eu acho
que temos que aprender um pouco com a cultura Norte America, na forma de expressar
o que se pensa; Dizer o que pensa e isso sem ressentimentos, apenas por está
falando o que realmente queria dizer, fugindo das desculpas que nós gostamos de
dar.
Nós
sempre criamos uma desculpa para uma ação que não queremos fazer ou dizer, para
poder se sair da situação bem e eu acho que isso não é a melhor forma de
agirmos, ainda mais quem se diz cristão, seguidor do Cristo honesto.
Se você
não quer emprestar o cheque para seu amigo, diga direto, não fique criando
historias mirabolantes, ou mesmo não quer fazer um trabalho na igreja, ou
assumir uma responsabilidade no seu serviço, fale!
Eu
acredito que o melhor a fazer é dizer suas razoes objetivas, ainda que isso vá
frustrar essa pessoa, mas a culpa não é sua, pois quem criou a expectativa é
que seja o responsável por ela. Por que seu amigo criou expectativas erradas e
se frustrou, você não é culpado disso e nem tem obrigação de ser soluções para
a vida das pessoas, você não tem obrigação de suprir as expectativas dos seus
amigos.
Eu
estou escrevendo para mim mesmo, eu também sou brasileiro e volta e meia eu
quero agradar a todos, mas estou tentando ser coerente em minhas atitudes para
com meus amigos e para comigo mesmo.
Essa é
uma reflexão que fazemos sobre nossas amizades, pois é muito fácil ser direto e
seco com o mendigo na rua, o vigia de carro, o vendedor ambulante que nos perturba
quando estamos no happy hour ou para
qualquer outro desconhecido.
As
amizades verdadeiras não se acabam com verdades ditas, mas sim com mentiras
ocultas, travestidas de boas intenções; se um dia alguma amizade se acabar,
tenha certeza que não era verdadeira.
Joberson
Lopes Brasília 30 de outubro de 2012.
(*) http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/julgamento-do-mensalao/noticias/0,,OI6265143-EI20760,00-Mesario+que+mandou+revisor+abracar+Dirceu+pede+perdao.html
domingo, 21 de outubro de 2012
Coragem para voar
Eu tive o privilegio de ver esses
dias um pássaro com sua cria em plena aula de voo, eu acredito que era isso,
porque como eles voavam parecia ser uma aula, pois o pássaro maior ia voando
por baixo do pássaro menor e sempre dando como uns toques no pássaro pequeno
quando ele ia perdendo altitude, fazendo com que ele voasse e não caísse.
Eu fiquei observando esses pássaros
nessas “aulas” e fiquei imaginando que quando eu estou dando algum passo de fé
em direção a algo grande para mim, algo impossível, é como se eu fosse aquele
pequeno pássaro e Deus sendo o grande pássaro me dando uns “toques” de baixo
para cima para me encorajar a continuar, como sendo minha calçada no vazio da
caminhada da fé.
A fé é sempre um tema que mexe
comigo em pregações, eu gosto de ouvir e de falar sobre fé, pois eu acho que
quanto mais eu penso sobre, imagino ou ouço sobre a fé eu aprendo a como andar
em fé, a como viver em fé ou pela fé.
Imaginar que exista um grande pássaro
por baixo de mim me impulsionado para cima quando eu estou caindo na minha
incredulidade, me faz andar mais e mais e alçar longos voos. (Voos pra mim é um
grande problema, e estou falando literalmente rs).
A natureza tem muito a nos
ensinar com seus animais e estilo de vida, pois talvez olhando pra eles, os
pequenos pássaros, posso aprender a andar em fé, a acreditar na vida que Deus
me propõe, porque é um pouco difícil procurar exemplos de fé nos dias de hoje
entre nós os humanos.
Iniciar os primeiros voos não é nada
fácil, pois abaixo está um abismo quase que sem fim e isso nos motiva a não voar,
isso nos motiva a ficar no ninho, esperando a comida na boca (bico).
Mas o prazer de voar sozinho é
algo inigualável, é imensamente maravilhoso quando temos as nossas próprias experiências
com Deus, é muito melhor que ler o melhor best
seller da vida de qualquer herói da fé ou qualquer outro.
O prazer de olhar para traz e ver
que se conseguiu fazer o impossível com a ajuda de Deus, mas com o próprio pé, é
fantástico, nos faz imaginar feitos ainda maiores, viagens mais distantes.
Eu nunca imaginava viajar para
outro país, pois minhas condições financeiras não me ajudavam e nem o meu medo
de avião me encorajava muito, mas Deus me levou a África e também aos EUA sem
grana, sem credibilidade, sem pais ricos, sem patrocínios, apenas pela fé em
Deus, apenas acreditando que o grande pássaro estaria ali abaixo de mim, me
segurando e me impulsionando para cima.
A fé tem dimensões diferentes
para cada pessoa, pois para muitas pessoas, fazer uma viagem internacional é
como ir a outro estado ou algo do tipo, mas eu sei que para cada individuo,
Deus proporciona desafios diferentes, mas o resultado é o mesmo.
Às vezes o seu voo não seja
viajar sem grana, às vezes o seu desafio seja ter um filho, seja criar seus
filhos, ou mesmo um casamento, ou se manter casado, ou comprar uma casa, ou
mudar de empresa ou apenas acreditar que Deus exista; Seja qual for o seu
desafio, eu acredito que enfrenta-lo é melhor que ficar esperando a “comida”
dentro do ninho, pois o prazer da realização será maior que o medo da mudança.
A fé vem pelo ouvir, mas a credulidade
eu penso que venha pela obediência de sair da zona de conforto e agir,
deixarmos de ser incrédulos, depende unicamente de nós mesmo, pois é um desafio
pessoal.
Eu estou diante novamente de mais
um enorme desafio em minha vida e posso te garantir que não é mais fácil agora
porque antes eu já tenha passado por desafios semelhantes, mas eu acredito que
fiquei mais “louco” que das primeiras vezes e também acredito que estou mais
obediente ao que entendo como a Voz de Deus para minha vida.
Eu penso que nunca teremos a total
certeza material dentro do campo da fé, porque contrario fosse não seria fé, não
seria desafiante.
Vamos sair do ninho, se lançar no
vazio, mesmo sabendo que nossas asas ainda são pequenas e fracas, mas
acreditando que tem o grande pássaro abaixo, torcendo por nós, acreditando que
dentro de nós tem o dom de voar, posto por Ele.
Joberson Lopes, 21 de outubro de
2012, Valparaiso GO.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
To cansado de ir à igreja, isso é um grande problema?
Pode ser ou não.
Qual a sua motivação de não ir à igreja? Ou falta dela? (motivação)
Algumas pessoas às
vezes ficam desanimadas de ir à igreja por diversos motivos, mas quase sempre
relacionado a não gostar como o pastor prega não se relacionar com alguns irmãos,
não ter oportunidade como queriam não gostar da doutrina aplicada na igreja e
entre outras coisas mais.
Deixar de ir a
igreja quase sempre é motivado por relacionamentos humanos, mas poucos ou quase
nenhum não querem mais ir à igreja por que brigou com Deus ou porque Jesus não a
deixou tocar a musica que ela queria entre outras coisas.
O problema que
eu entendo das pessoas não se sentirem animadas de ir à igreja, é que muitas
delas não têm relacionamentos com Deus quando estão sozinhos, quando estão em
crises.
A igreja tem
muitos problemas, cheio de pessoas falsas, mentirosas, caluniadoras, invejosas,
avarentas, amantes de sim mesmo e muito mais coisas que possamos imaginar, mas
é nesse ambiente que nós podemos aprender a mudar nossas condutas erradas, pois
esses erros elencados acima são parte de nós, pois nós somos pecadores, o
problema é que só conseguimos enxergar esses pecados nas outras pessoas.
Quando se tem
uma maturidade Cristã e não se quer ir mais a igreja, não vejo grande problema,
se essa pessoa entender que ela é a igreja e por isso ela não conseguirá sair
da “igreja”.
Para muitas
pessoas dentro das religiões ainda é muito complexo entender que somos a igreja
do Senhor Jesus, mesmo sendo avarentos, presunçosos, preguiçoso etc. Pois mesmo
sabendo que somos tudo isso e muito mais, Deus escolheu nos amar, escolheu está
próximo de nós e de se relacionar com os homens através de nós, pecadores.
Deus não amou e
nem nunca vai amara nossas condutas pecadoras e piedosas, pois todas duas fazem
mal para nós tanto ser pecador quanto ser piedoso.
Acreditamos que
somos merecedores da bondade de Deus por sermos piedosos e por que não bebemos
bebidas alcoólicas, não dançamos, não apostamos na loteria e muito mais coisa
que a religião diz ser pecado.
Não somos
aceitos por Deus pelo que somos, mas sim pelo que Ele é.
O cristão alcança
maturidade quando entende que não é por ele, não é pelo dinheiro que ele dá, não
é pelo pecado que ele não comete, que ele é aceito por Deus, mas simplesmente
pela Graça salvadora de Deus que o torna digno de receber algo de Deus; A partir
desse momento ele começa a ser igreja e não faz mais diferença em como as
pessoas da igreja agem.
Ser igreja é
entender o amor de Deus pelos homens e usar esse entendimento em tempo
integral, é deixar de ter usura não porque é pecado, mas sim porque essa
conduta vai atrapalhar meu relacionamento com o meu próximo.
Quando vivemos
como corpo da igreja de cristo, nós buscamos para nós as responsabilidades
alheias e nos preocupamos com elas, e isso é muito mais do que você ser um dizimísta
fiel, pois você estará sendo parte do corpo, e isso é muito mais importante do
que ajudar o corpo, você não comprometerá apenas 10% do que você ganha, mas
100% do que você tem e é, pertence ao Corpo de Cristo.
A igreja instituição,
aonde a maioria vai aos domingos, é apenas um local de reunião, onde se reúne as
pessoas que estão buscando ser igreja, estão buscando fazer parte do Corpo de
Cristo, por isso La dentro tem tantas pessoas com problemas, pois cada um está
ali para tentar melhorar e por isso iremos ter conflitos e mais conflitos.
Quando chegarmos
à estatura perfeito (ser igreja) pouco importa se vou apenas uma vez à reunião da
igreja ou se vou a todas, pois estarei sendo igreja de segunda a sexta-feira e não
apenas aos domingos.
Joberson Lopes
15 de outubro de 2012, BARCA, Estrutural.
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