domingo, 17 de fevereiro de 2013

Seguros na Fé




    Eu vivo pela fé… E hoje completamos cinco anos que vivemos dessa forma e é muito difícil fazer com que pessoas entendam o que é viver pela fé, pois é uma pratica contraria a que o mundo vive e ensina em diversos lugares.

    Quando chegamos ao aeroporto de Miami o policial da imigração me perguntou quanto tempo queria ficar no país e eu disse seis meses; Ele me olhou e perguntou o que eu fazia para viver no Brasil, em que eu trabalhava e eu respondi que vivia pela Fé.

    Eu já tive que dar essa resposta a varias pessoas, mas em duas ocasiões especiais, foram as que mais me chamaram a atenção, pois foi onde as pessoas queriam ouvir algo diferente, pois a ocasião necessitava que eu falasse que trabalhava nisso ou naquilo e que ganhava o suficiente para me sustentar e eu pude ver nessas duas ocasiões a decepção das pessoas que me questionaram; uma ocasião foi esse entrevistador da imigração em Miami e a outra foi minha sogra, quando fui pedir minha esposa em casamento.

    Viver pela fé é um constante desafio, pois não ter uma fonte de renda garantida todo mês é confrontador e desconfiante para nós que vivemos dessa forma e para as pessoas que nos questionam e que necessariamente precisariam ouvir outra historia.

    Quando decidir seguir a missão integral, sempre fui muito confrontado com o modo de vida dos missionários, a formo como eles se mantinham na missão, fazendo viagens, pagando escolas, planos de saúdes, comprando carro financiando e tudo isso sem ter uma renda fixa todo mês, vindo de algum empregador e apenas vivendo pela confiança em Deus como o supridor e na confiança nos irmãos e amigos em ofertar em suas vidas.

    Eu sempre trabalhei e sempre gostei da minha independência financeira e quando Deus me chamou para ser missionário de tempo integral, em uma missão onde eu não teria mais como trabalhar por dinheiro para me manter, isso para mim foi um desafio dos maiores que já enfrentei e que ate hoje ainda luto contra um sentimento dentro de mim algumas vezes, que é o orgulho.

    Eu acredito que não viveria uma vida dessa forma por ninguém a não ser por Deus, pois um dos maiores orgulhos do ser humano do sexo masculino é poder trabalhar e ser o provedor de sua casa e isso eu tive que entregar a Deus.

    Hoje me orgulho de ter conseguido fazer essa entrega a Deus, pois eu sou um Workaholic e essa forma de viver, às vezes o diabo, usa contra, tentando nos envergonhar, criar sentimentos dentro do homem de que ele é uma pessoa que vive de ajuda dos outros, que não tem capacidade de sobreviver sozinho e isso fere o orgulho masculino.

    Viver com Deus, algumas vezes, requer de nós renuncia de algo que nos é precioso, algo que com certeza vai sempre nos levar a uma reflexão. Renuncias alheia muitas vezes não são encaradas como renuncias, pois só quem está renunciando é que sabe o tamanho da cruz que está carregando para viver.

    Não posso afirma a ninguém que hoje tenho prazer da forma que vivo, mas sinto orgulho de mim, de saber que não desisti do que Deus tinha para minha vida, apenas pelo simples fato de sentir orgulho. Realmente eu sou orgulhos e isso em diversas vezes me maltrata, mas sou assim.

    Tivemos que dizer para o representante na imigração que somos missionários e que não temos salários, que vivemos por ofertas de amigos, de parentes, da igreja e que vivemos pela fé e isso foi complicado para o policial entender e quase que ele nos deporta, pois deve ter ficado pensando que estamos querendo vir aos EUA para trabalhar e ganhar dinheiro.

    Deus me fez acreditar que a melhor forma de eu viver é falando a verdade, é tentando mostrar para as pessoas que o importante nessa vida é confiar em Deus, mesmo que você seja funcionário publico com estabilidade financeira, mas mesmo assim tem que entregar o controle da sua vida a Deus, pois só Ele sabe o que é bom para nós... Diante de Deus somos uma eterna criança.

    Deus escolheu uns para missionários, outros para pastores, outros para serem ricos e temos que entender que no final de tudo, quem da a todos, independente do quanto tenha ou do tamanho da necessidade, é Deus, tudo vem dEle, pois Ele é o criador e dono de tudo.

    Hoje minha sogra não tem mais a desconfiança do mesmo dia em que pedi a filha dela em casamento, pois hoje ela aprendeu através das nossas vidas, o que é viver pela fé e que confiar em Deus, não é ser um vagabundo, que fica com a “boca escancarada cheia de dentes esperando a morte chegar”, vivendo à custa da sogra.

    Hoje dia 17 de fevereiro de 2013, fazemos cinco anos de casados e são também cinco anos que nós passamos a confiar em Deus não só na teoria, passamos a confiar em Deus na vida pratica diária, esperando que Ele mande o nosso sustento mensal, usando pessoas amigas e amadas, usando pessoas desconhecidas ou quem sabe um dia Ele possa usar ate mesmo um pássaro, como já o fez antes na vida de um personagem bíblico.

    Não sei o que me espera mais adiante em nossa vida, mas o que sei é que quero poder continuar firme, confiando em Deus, vivendo pela fé, fazendo uma pequena parte da missão integral da forma que Deus me capacitou para ajudar no crescimento do Reino de Deus.

Joberson Lopes Lindale, Texas-EUA, 17 de Fevereiro de 2013.



segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Lutando contra os santos


    Temos muitas pessoas saudosistas nas igrejas, vivendo de uma vaga lembrança do que já fizeram no passado, sempre lembrando o que passou e emitindo frases do tipo: “a como era bom aquela época, naquele tempo é que era bom, no meu tempo as coisas não eram assim”.

    No livro de Tiago no capitulo primeiro, ele nos ensina que se formos ouvintes da palavra de Deus e não a praticarmos, nós seremos como alguém que vai ate um espelho se vê ali e logo se afasta e então fica apenas com as lembranças de como é o rosto e por ser apenas um contemplador de como era seu rosto, ficara quase sempre, se remetendo ao que foi um dia bom e não sabe aproveitar as novas oportunidades, pois é apenas um ouvinte e não um praticante.

    A prática nos leva a excelência, nos torna expert no que fazemos, quando habitualmente fazemos algo; Quando fazemos algo na obra de Deus é um tempo muito bom, mas quando deixamos de praticar o que fazíamos e passamos apenas a ouvir os testemunhos dos outros, nos tornamos saudosistas e com isso incorremos o risco de dizer que “no meu tempo é que era bom”.

    Quando eu falo que o tempo que passou é o que foi bom, automaticamente eu estou dizendo que agora está tudo ruim, que da forma que está sendo feita agora, não é boa, está sendo feita da forma errada. Não é por que está sendo feito de outra forma, que necessariamente está se fazendo errado, podemos fazer certo tipo de coisa com formas diferentes, mas com objetivos semelhantes.

    Quando eu deixo de praticar o que Deus mandou fazer, eu vou me tornar apenas critico da obra de Deus e vou quase sempre puxar outras pessoas comigo para baixo, não serei o incentivador de novos projetos, de novas ações, pois fico tentando lembrar de como era minha aparência no espelho, mas o tempo me trouxe rugas que eu não pude reconhecer, devido a ter parado de me ver no espelho, isto é, o tempo mudou e eu não acompanhei essas mudanças devido a falta da pratica do evangelho.

    O evangelho não mudou e não vai mudar, mas a maneira como falar do evangelho pode sim com certeza ser mudado, o conteúdo é o mesmo, só se mudou a forma.

    Trazer novas ações para dentro da igreja, montar novas estratégias para alcançar seu objetivo dentro do Reino de Deus, acredito que seja dom de Deus para quem exercita seus dons na igreja.

    Sempre iremos encontra no caminho seja na igreja, seja na missão, pessoas que serão contra o novo que Deus está nos direcionando, com visões antigas, com experiências passadas, mas com zero de pratica atual do evangelho e essas palavras muitas vezes podem nos desmotivar a continuar, pode nos desencorajar a implantar o novo, devido a ouvir a voz da experiência.

    Creio que devemos respeitar os mais velhos, mas devemos submissão a Deus e a Ele devemos apresentar nosso novo projeto e buscar conselhos em Deus para continuar trabalhando na obra dEle; Temos que ter cuidado em saber quem está sendo nossa figura de autoridade espiritual, nosso conselheiro espiritual; não é porque uma pessoa tem experiências, que necessariamente o que ela diz será a melhor forma para se fazer.

    A voz da experiência já desencorajou muitas pessoas e já tentou desencorajar outras tantas que não deram ouvidos e que por isso foram taxados como rebeldes e eu me lembro de Loren cunningham fundador da Jocum (Jovens com uma Missão), uma agencia missionaria que está em todos os continentes desse mundo e tem frentes de trabalho em quase todos os países.

    Loren teve uma visão do novo ministério de evangelismo e missão e foi compartilhar com o seu pastor a época, muito experiente, creio eu, e o mesmo desencorajou-o a deixar essa visão de lado e não continuar com isso que era apenas sonho, mas como Loren tinha a certeza de Deus em seu coração e não ouviu a voz da experiência e deu continuidade ao sonho e hoje temos a Jocum quase no mundo todo, a mais de 50 anos.

    Eu passei por desencorajamento em algumas igrejas que participei, mas um evento em especial me marcou, pois eu era novo convertido e com muita vontade de falar de Jesus para as pessoas e nessa época, tive uma ideia de ir para a praça da cidade, falar de Jesus, montando um palanque, levando os instrumentos da igreja e fazendo ali um festival de musica juntamente com a igreja e nisso falaríamos do amor de Deus, que na ocasião me ardia muito essa vontade de falar e como servo, fui submeter essa minha ideia ao experiente pastor da igreja e o mesmo me veio com um balde de água fria, dizendo que era melhor eu apenas pegar uma caixa de som e um violão e ir para a praça, que com certeza também seria eficiente.

    Aquilo para mim foi tão desencorajador que fiquei sem compreender o pastor por algum tempo, mas como eu era novo na fé e também novo em idade, acabei deixando de lado, mesmo sem entender e graças a Deus não desisti da fé.

    Por conta disso e de outras coisas que já passei, hoje não consigo ficar calado diante do experiente, não consigo retroceder ao que Deus me manda fazer apenas por que uma pessoa, que um dia já fez algo de bom e hoje tem inúmeras desculpas para não mais fazer, vem me desencorajar, vem me criticar dizendo que não vai dar certo; hoje eu tenho autoridade em Deus para repreender esse satanás da preguiça e continuar a minha caminhada.

    Viver o novo de Deus requer não apenas enfrentar os novos desafios, mas também enfrentar os velhos, literalmente, da fé, os experientes, mas se temos convicção do chamado de Deus, vale a penas continuar e não se render a saudosistas e contempladores.

Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos. Tiago 1-22



Joberson Lopes Recife 11 de fevereiro de 2013.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Viva e deixe viver



    Quando eu cheguei aos 18 anos uma das coisas que mais se ouvia falar entre meus amigos era que dia que teríamos que nos apresentar ao Exercito Brasileiro para a possibilidade de sermos convocados a sermos soldado.

    Para muitos de meus amigos essa era uma boa possibilidade, muitos estava vibrando por saber que poderiam ser escolhidos a passar uma temporada no exercito, mas eu “corria” por fora tentando conseguir com alguém, um comprovante de arrimo de família para poder me livrar da obrigatoriedade do serviço militar.

    O regime militar nunca me chamou a atenção, pois a ideia de ser comandando por alguém me causava irritação. A possibilidade de eu fazer o que eu não queria, comandado por alguém que eu não conhecia e fazer coisas sem sentido apenas para satisfazer o ego de alguém que quer comandar, me causava extrema indignação.

    Na época do alistamento eu não tinha essa certeza que tenho hoje, mas não gostava da ideia de ser manobrado por alguém sem a minha permissão, mas hoje eu tenho convicções sobre o porquê eu não queria está no exercito: EU AMO MINHA LIBERDADE!

    Eu tenho um ímpeto de liderança dentro de mim, que muitas vezes tenho que controlar para poder me submeter a lideranças, mas acho que isso é positivo; pois com toda certeza eu prefiro viver o restante da minha vida, tendo que controlar essa minha ansiedade em comandar, do que ter que ouvir ordens a vida toda, perdendo minha liberdade de escolha, perdendo meu LIVRE ARBÍTRIO que o Próprio Criador dos céus e da Terra quis deixar em minhas mãos para eu poder tomar as minhas próprias decisões.

    Muitas pessoas têm problemas com liberdade, pois acabam se “matando” com a liberdade e por isso preferem viver subjugado por alguém ou por algum regime, para não terem a responsabilidade da maioria dos seus atos. Eu não acredito que a liberdade seja ruim, pelo fato de termos pessoas descontroladas e covardes que não conseguem se comportar com o que tem.

    Eu prefiro a responsabilidade de meus atos diante de Deus e da sociedade, do que me submeter a certos regimes impostos pela sociedade, pela igreja, pois eu sei que tenho a plena capacidade de decidir o que é bom ou não para minha vida.

    Muitas pessoas se acham no direito de querer ditar como o outro tem que viver, o que tem que comer, qual o curso tem que estudar, que carro é melhor, qual lugar é melhor para trabalhar, entre outras coisas. Pensando que estão fazendo melhor para o outro e esse outro acaba fazendo o que está lhe sendo imposto, mesmo não gostando, mas faz pois essa opção tem a aparência boa.

    Ser liberto para escolher o que quiser é uma dadiva de Deus ao homem e em muitos momentos da historia, vemos pessoas criando regimes para tirar essa liberdade do homem com pretexto de “isso é o melhor para você”. Eu abomino isso!!

    Vemos países como Cuba que impendem cidadãos do seu país a sair e viajar para onde eles querem outro como Coreia do Norte fazendo com que seu povo viva como escravos sem escolha pelo simples fato de um cara em uma determinada época da historia da humanidade, ter submetido os seus iguais a algumas regras e perpetuam essa dinastia cruel ate hoje, sem dar a possibilidade das novas gerações escolherem se querem continuar o tal regime.

    Não consigo compreender o regime militar que acredita que por você não ter a mesma patente que outros, você é menor que o outro, por isso tem que ganhar muito menos e trabalhar muito mais, pelo simples fato às vezes, de você não ter nascido filho de um coronel, capital ou algo do tipo e o que lhe restou foi ser soldado.

    O povo hebreu se submeteu a liderança de um Rei contra a vontade de Deus, mesmo Deus dizendo que não era isso que Ele tinha planejado para eles, que com certeza eles iam se arrepender e com certeza hoje se arrependeram.

    Não consigo compreender como alguns seres humanos, mortais, que quando morrer terá o mesmo destino de todos, se sentem no direito de dominar o seu semelhante por mero capricho ou simplesmente porque o seu próximo é de cor diferente, tem idioma diferente ou de classe social baixa. Ser líder não lhe dá o direito de tirar o direto de ninguém seja pelos motivos que você tiver.

     Eu amo minha liberdade, pois é o que hoje, eu tenho de maior, ainda que seja uma liberdade controlada pelo estado, pelos costumes, mas eu tento ao máximo continuar sendo livre para escolher o que eu quero comer, o que quero vestir, como devo me portar à mesa, o que falo perto dos amigos, entre outras coisas mais; eu prezo pela minha liberdade, mesmo nunca diretamente sendo escravo, eu prezo por ser livre.

    A bíblia tem escrito: "Se Cristo te libertar, verdadeiramente sereis livres” e é por essa liberdade que eu luto, incentivo a qualquer um ter opinião própria, expor o que pensa independente do que irão pensar os religiosos, os aristocratas, os pobres, os ricos, seus pais ou quem quer que seja.

    Eu busco viver a minha liberdade e espero que ela não te incomode, pois se tiver te incomodar, o que eu posso fazer é apenas continuar a te incomodar, pois eu verdadeiramente sou livre e fui feito Livre por quem poderia dominar a todos, Deus.

Joberson Lopes  Recife, 08 de fevereiro de 2013



Viver e nao ter a vergonha de Ser Feliz





domingo, 3 de fevereiro de 2013

O prazer da colheita




   Nunca fui agricultor, mas estava me lembrando do tempo que morei em uma chácara e que tivemos que plantar milho e foi um pouco cansativo fazer isso,mas foi prazeroso algum tempo depois, ver os milhos crescendo.
   
   Quando plantamos algo, automaticamente temos a esperança da colheita, criamos a expectativa de termos bons frutos para podermos comer, vender ou utilizar de alguma forma.

A bíblia tem muitos ensinamentos sobre a arte de semear; Diz que o que o homem semear isso ele colherá, que o que semeia pouco, pouco também colherá; que semeia contenda Deus abomina entre, outras coisas mais.

   Esses dias Eu e Ellyda temos sido “alvo” das nossas sementes, se assim podemos dizer, pois estamos em processo de mudança, de novos desafios e com isso, temos que contar com a ajuda de amigos e irmãos nessa caminhada da missão integral.

   E atreves dessa situação, Deus tem nos mostrado que semeamos coisas boas, que fizemos um bom plantio, pois agora estamos vendo os frutos desse nosso trabalho.

   Eu ouvi uma palavra vinda de Deus através de uma pessoa que gosto muito essa semana e essa pessoa muito me admira, assim disse ela, e essa admiração é pela forma com que nós agimos durante o tempo de caminhada juntos com ela na igreja. Essa pessoa não sabe, mas eu estava precisando ouvir muito do que ela me falou pelo telefone, pois eu estava em meio a uma crise existencial ministerial, se assim posso dizer.

   Poder se alegar com a colheita dessas das amizades que temos hoje, me custou muitas vezes, apenas um olhar carinhoso, outras vezes apenas um abraço de boas vindas à porta da igreja, outra vezes foi um deslocamento da minha casa ate o morro em Sobradinho, no Solar de Atenas... Foi através de gesto aparentemente insignificantes, que ganhei a confiança e o respeito dos meus amigos.

   Hoje estou colhendo apenas o que plantei com muito prazer, me relacionando com pessoas de gosto diferentes do meu, com pessoas com hábitos distintos dos meus, com posição social diferente da minha, mas objetivo de amar ao próximo como eu.

   Deus nos aproxima de pessoas que não sabemos, mas iremos levar para o resto de nossas vidas em nossas orações, em nossos corações, pois São parte do nosso corpo, mas nascido em local diferente, de cor diferente, de família diferente, mas de amor igual, de paixão parecidas, de objetivos parecidos.

   Plantar sempre vai requerer de nós tempo, dinheiro, habilidades, sorrisos, abraços, olhares, apertos de mão, choro, orações, caminhar mais uma milha, ouvir o que não gosta, comer o que não quer, sentar onde não quer, viver o que não é propriamente seu, ser escolhido, escolher o outro, amar e não ser amado, doar e não receber, abraçar e não ser abraçado, viver e não ser compreendido, mas isso faz parte da arte de plantar.

   O bom de ver os frutos do que plantamos é acreditar no futuro, é saber que não estamos dando passos totalmente errados é saber que vale apena andar mais uma milha, vale plantar.

   Eu agradeço a Deus pela oportunidade que tive de plantar na Igreja Metodista, plantar em Brasília e Recife, pois sei que fiz o que Deus confiou a mim durante esse tempo que estivemos no Brasil.

   Essa historia me traz esperança para caminhar e plantar em outras nações, sabendo que estou caminhando da melhor forma possível

"Não nos desanimemos de fazer o bem; pois a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos"
 Gálatas 6:9

Joberson Lopes 03 de fevereiro de 2013.