Eu
assisti a um filme muito bom, que me fez refletir nas escolhas que fazemos e de
como essas escolhas podem influenciar para sempre nas nossas vidas e na vida de
muitas outras pessoas que estejam ou estarão próximos de nós.
Tomar
uma decisão, geralmente será muito complicado e difícil para quem normalmente
reflete nos passos que toma na vida.
O
viver de hoje nos faz está constantemente frente a decisões, pois são tantas
demandas nesse mundo capitalista que vivemos e que por ser muito capitalista
nos leva sempre a refletir bastante antes das tomadas de decisões, pois
qualquer escolha errada pode custar uma vida de sucesso, pode nos levar a uma
fila de emprego, pode nos fazer morar em uma favela, pode nos tirar a vontade
de viver...
Como
é difícil caminhar sem ter um “mapa” da vida para nos guiar qual caminho certo,
qual escola colocar os filhos, qual curso superior cursar, qual profissão
seguir, qual igreja ir, qual mulher ou homem certo para casar, qual método de
educação usar na criação dos filhos?
Acredito
que somos frutos de nossas escolhas, pois Deus, ao criar o mundo, deu de
presente ao ser humano a livre escolha, o livre arbítrio de seguir o que
quiser, andar por onde quiser, comer o que quiser, casar com quem quiser, viver
sozinho ou acompanhado, viver ou morrer...
Tudo está em nossas
mãos, tudo que possamos ser está nas nossas mentes; Os cemitérios estão lotados
de Picassos que não quiseram pintar,
Robertos Carlos que não quiseram cantar, filósofos que não quiseram filosofar,
professores que não quiseram ensinar, muitas pessoa que não quiseram
escolher o sucesso.
Fazer
escolhas é como fechar os olhos e andar, sem ter certeza que o próximo passo
vai se firmar em algo.
Fazer
escolhas é andar em fé acreditando que algo vai acontecer, de bom ou de ruim.
Nossas
escolhas irão determinar muito do que seremos e de como viveremos.
Nesse
filme que assisti o ator teve que tomar uma decisão muito complicada, e no caso
dele foi De-Cisão mesmo, pois ele teve que decepar parte do próprio braço para
poder sobreviver e sair da situação difícil ao qual se encontrava, ele teve que
perder, para poder ganhar a sua vida.
Quantos de nós muitas vezes temos
que cortar algo que vai doer para poder dar continuidade da vida? Quantos
iram ter que abdicar de coisas importantes que chega a parece essencial à
vida, como um braço?
Admitir
a derrota é uma atitude muito difícil, mas muitas vezes temos que admitir que
perdemos para dar novos rumos a nossa vida; Admitimos que perdemos para ver o
nascimento do novo.
No filme, um dos motivos
que levou o personagem a cortar o braço, foi a esperança de ter um filho, uma
família e ter uma nova etapa de sua vida.
Consegui ver muita coragem
na vida desse personagem em reagir a sua situação, e uma reação que o levou a
derrota, a perda, mas que concomitantemente o levou a vida, a família, a novos
rumos.
Acredito que esse dom
que Deus nos deu, de escolha, é um dos melhores presentes que um pai poderia
ter dado; Uns escolhem continuar sofrendo, se sentindo coitado, continuar
batendo na mesma tecla, nadar, nadar e morrer na praia, isso também faz
parte do livre arbítrio.
Mas
outras escolhem a liberdade de mesmo sentindo dor, chorando, gritando, lutando,
buscar uma mudança, iniciar um novo capítulo, mesmo que envergonhado com a dor
da perda, frustrado em suas expectativas, humilhado, mas com o entendimento que
são as escolhas que nos levam a onde estamos.
O
nome do filme que assisti chama 127 horas, mas que poderias se chamar, pelo
aprendizado que ele expressa: Minha vida, minhas escolhas.
Joberson Lopes, 25 de agosto de 2011.









Um comentário:
Eu amo escolher com Deus ao meu lado , e vc tb !! Tenho estado feliz por todas as escolhas que realizei e ainda vou realizar... o melhor é ainda ter a certeza que que nossas escolhas são "bem na mira certa".... ellyda
Postar um comentário